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Parque do Rola Moça, na Grande BH, é fechado por causa da febre amarela
Publicado em: 05/01/2018 às 18:19h, visualizado 17 vezes.

governo de Minas anunciou na tarde desta sexta-feira (5) que o Parque Estadual da Serra do Rola Moça, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, será fechado preventivamente por causa da febre amarela. A medida foi tomada após dois casos da doença serem confirmados em Brumadinho, também Região Metropolitana, que abriga parte do parque.

Um dos casos, resultou na morte de um homem 51 anos, que era morador da zona rural da cidade. O teste realizado pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) confirmou a infecção pelo vírus causador da febre amarela, coonforme a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

O segundo caso confirmado foi de um paciente de 37 anos. Ele foi transferido para o município de Serra, no Espírito Santo, e permanecia internado nesta sexta-feira.

De acordo com a prefeitura de Brumadinho, dois macacos achados mortos foram submetidos a exames que deram laudo negativos para febre amarela, mas, mesmo assim, a campanha de vacinação foi reforçada nas regiões em que foram encontrados.

De dezembro de 2016 a junho de 2017, o estado registrou 136 mortes por febre amarela, todos da forma silvestre. O período foi caracterizado como o pior surto da doença já registrado em Minas Gerais.

O fechamento do parque é por tempo indeterminado.

Inhotim
O Inhotim, também localizado em Brumadinho, disse que o museu não será fechado. De acordo com a assessoria do instituto, no local há monitoramento diário de animais e mosquitos e todos os funcionários foram vacinados. Nos próximos dias, os visitantes vão receber repelente.

Segundo o Inhotim, nenhum caso de febre amarela foi registrado no museu.

Febre amarela

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infestados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Já em ambiente urbano, a partir do Aedes aegypti, de acordo com o Ministério da Saúde. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.

O mosquito Haemagogus leucocelaneaus (Foto: Josué Damacena/IOC/Fiocruz) O mosquito Haemagogus leucocelaneaus (Foto: Josué Damacena/IOC/Fiocruz)



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